Mostrando postagens com marcador Reflexões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexões. Mostrar todas as postagens

8 de out. de 2025

Qual o meu problema em deixar as coisas existindo?

 

Olá, amigoos =)
Quarta-feira chuvosa por aqui, assim como foram os últimos dias. 
Depois de decidir dar um reset no blog, resolvi colocar o layout antigo (e confesso que me deixou mais feliz do que o anterior *mulher de fases*), e dar uma olhada nas postagens do blog. Foi aí que me quebrou um pouco. Me deparei com essa postagem. E para que você não precise ir lá olhar, vou parafrasear tudo aqui:
Escrevo blogs desde 2009. E recentemente tenho me questionado do porquê sempre deleto tudo quando decido dar um tempo. Memórias são importantes. Queria ter tido esse pensamento desde sempre. Caramba, são quinze anos de registro jogados no lixo. Por quê? Qual o meu problema em deixar as coisas existindo? A vantagem de ter um espaço online deveria justamente ser poder olhar o passado quando batesse aquela nostalgia. Mas eu não tenho nada. Nada. Só umas lembranças vagas de algumas épocas específicas. Isso me frustra. Na verdade, ultimamente tudo me frustra. Não sei de onde vem tanta angústia. Não sei dizer em que ponto da minha vida as coisas saíram do lugar de um jeito que nem sei se vai mudar algum dia. Parece que quando brilha uma luz, logo ela se apaga. É difícil. Chato. Complicado. Busco respostas. Não encontro. O jeito é só continuar vivendo e ver aonde isso vai dar.
Vamos destrinchar um pouco isso aí.

Por que sempre deleto tudo quando decido dar um tempo?
Quase um ano desde essa postagem e até hoje não encontrei essa resposta. O fato bizarro é que a minha intenção primária era apagar tudo de novo. Esse texto me fez mudar de ideia. Memórias são importantes. Não posso destruir o que relatei e planejei aqui, seria como ignorar meus planos e não dar importância para os meus pensamentos e sentimentos. Eu poderia deixar em rascunho, mas por quê? A vantagem de ter um espaço online deveria justamente ser poder olhar o passado quando batesse aquela nostalgia. E isso aqui me pertence. Eu faço e escrevo o que quiser aqui. Pra mim. A questão de outras pessoas lerem (e não se enganem, eu acho legal demais que alguém queira dar uma voltinha aqui de vez em quando) é um efeito colateral desse espaço existir e ser encontrável. 

Sobre a segunda parte.

Ultimamente tudo me frustra. Essa não é mais a minha realidade. Na verdade, estou em paz por ter consciência de que nos últimos meses tive mais dias positivos do que negativos. Sinto que aproveitei bem vários momentos, e mesmo diante das adversidades, estou bem. Não sei de onde vem tanta angústia. Ocasionalmente, acontece. Mas muuuuuuuito menos do que antes. Não sei dizer em que ponto da minha vida as coisas saíram do lugar de um jeito que nem sei se vai mudar algum dia. Já mudaram. Melhorou bastante. Principalmente a minha perspectiva sobre as coisas. Espero que se mantenha constante.

Continuando na minha análise dos posts antigos, me deparo com isso daqui. Gente, eu me conheço melhor do que qualquer outra pessoa poderia me conhecer, e caramba, sei da minha alta tendência para o drama, mas cacetinho, eu consigo alcançar um nível de sofrimento gratuito digno de Shakespeare. Não lembro qual foi o evento que ocasionou essa postagem, e posso afirmar com toda a certeza do mundo que a Marcela do passado não acreditava que a Marcela do futuro sairia dessa espiral negativa. É uma pena que eu não possa voltar e tranquilizá-la. Sinto muito por essa fase difícil e pouco otimista.

Frases dessa postagem que gostaria de destacar:

É complicado tentar explicar que as coisas estão diferentes de um jeito meio igual.
É estranho ser uma pessoa que oscila muito entre aspectos e expectativas positivos e negativos.
É interessante como a vida acontece.

Vou refletir sobre isso. Sinceramente irei. Uma coisa legal desse post é que eu tinha colocado algumas palavras que coletei e me inspiraram na época. Quero reviver essa ideia. É útil.

Dessa postagem relembrei o cerne do Graveyard:
Começando por esse blog, com a renovação de domínio eu repensei nas possibilidades para usar esse espaço aqui. Não tenho me sentido criativa o suficiente para falar sobre assunto ou com vontade de ficar explorando artifícios nessa área, então apenas segui meu fluxo de consciência que me dizia um sonoro: "Deixe o espaço ativo, mas não se sinta obrigada a ser ativa nele."

Graveyard em inglês significa Cemitério. Ou seja, objetivo desse lugar é enterrar meus pensamentos e sentimentos caóticos, assim como qualquer eventual material que eu venha a criar para qualquer outro projeto quando ele chegar ao fim.

E só para reforçar a importância de manter esse lugar funcionando: 

Eu venho construindo e destruindo coisas há bastante tempo. Não é um hábito que eu considere altamente saudável. Às vezes sinto falta de saber como minha mente estava em determinada época ou quais as coisas que eu estava curtindo. Se tudo der certo, aqui terá um compilado de informações que podem ser valiosas para a eu do futuro. 
Ideias interessantes para o mês do Halloween que registrei aqui:
• Rituais macabros (ou algo do tipo)7
• American Horror Story: Asylum (que foi a única temporada que assisti completa, embora a das bruxas tenha umas paradas bem interessantes. Sim, estou falando do carinha Frankenstein).
• O filme de terror que traumatizou a minha vida (e depois disso eu praticamente nunca mais assisti filmes nessa linha).
• Makes de halloween que eu faria (se tivesse habilidade)
• Um conto breve de terror (se eu me sentir na vibe)
• O jogo de tabuleiro Ouija

Pensarei nessas possibilidades.

Leiam esse post de Curiosidades sobre o Halloween. E também sobre o meu surto com o filme O Corvo de 2024. O que me lembra que nunca escrevi e nem mostrei para vocês a minha HQ definitiva do Corvo, que é uma obra de arte.

Leiam esse post sobre Como Silenciar uma Mente Caótica. 

E esse sobre Beastars está maneiro também.
 
Simplesmente amo essa colagem que achei nesse post

Esse foi o primeiro post do blog.

E para finalizar, completei dois itens da minha lista atualizada de objetivos para 2025:

07. Ir no oftalmologista, e trocar as lentes do meu óculos 

09. Criar um novo projeto 

Devagar, vamos indo, amigoos =)
Nos vemos em breve.

31 de dez. de 2024

O Último dia do Ano

 

Essa noite eu quase não dormi. Ao invés disso, fiquei rolando o feed do TikTok, com nada mais do que um cansaço desanimador, mas que mesmo assim não me deixava cair no tão aguardado sono renovador. Não é a minha rede social favorita, mas os R$1,50 que tenho resgatado todos os dias me faz optar por essa plataforma e não pelo Instagram. Dormi às 6h da manhã. Acordei às 9:28h. Tomei café, guardei a louça e lavei o pouco que tinha na pia, da noite anterior.

Troquei o lençol e as fronhas dos travesseiros para dormir em uma cama impecável na primeira noite do ano. Limpei a casa, dobrei as roupas que estavam no varal e guardei tudo alinhado no guarda-roupas. Decidi que vou ficar em casa com meu filho hoje. Sem mais ninguém. Tenho um espumante e uvas para a hora da passagem de ano, deve ser o suficiente (e lógico que vou alimentar o amor da minha vida com uma comida saudável). 

Coloquei mais roupas para lavar, assisti dois ou três episódios de Brooklyn 99 e reorganizei os armários da cozinha mais uma vez (provavelmente ninguém troca as coisas de lugar mais do que eu). Fiquei feliz em lembrar que já tirei todo o vidro quebrado de casa, um dos vários rituais para começar bem o ano. 

São quase 18h e já escuto alguns fogos estourando no céu, sinal de que alguém deve estar bem empolgado, ou que chegou um carregamento de entorpecentes em algum lugar perto daqui. Falei brevemente com meu ex, disse que ele pode passar e pegar o Pedro amanhã para ficar um pouco com ele. Ele refez o convite para que eu fosse passar a virada com a família dele. Recusei. Decidi seguir meu plano inicial de ficar em casa. Às vezes sua presença me perturba. Tirei o esmalte gasto das unhas e não vou pintar de novo.

Dei uma pausa. Tomei um banho quentinho e longo. Coloquei um vestido azul e uma roupinha azul no Pedrinho. Terminei um capítulo do livro A Guerra da Papoula e li um pouco do livro Diálogo. Coloquei batatinhas para fritar e carne para descongelar. Me sinto bem. Leve. Estou feliz de estar em casa. Desejo à todos uma excelente transição de ano.

Felicidades!

15 de nov. de 2024

Sentido

 "O coração ainda se desilude depois que para de bater?" 

Corpse Bride


Às vezes eu me pergunto qual o sentido das coisas. A vida permanece em looping, trazendo e tirando pessoas, trazendo e tirando coisas, trazendo e tirando minha satisfação em continuar vivendo. É bem bizarro. Tenho me sentido bem nos últimos dias. Mesmo assim essa questão não me abandona. Sentido. Será que tem? No final, tudo acaba e não levamos nada. Se vamos para algum lugar, nunca saberemos. Nesse instante, do lado de fora da minha janela, o céu está tão escuro que não se enxerga nada além da imensidão que mais parece o fundo de um poço. Pensamentos esquisitos aparecem nesses momentos. Sentimentos estranhos. Expectativas contraditórias. Nem sei porque estou aqui escrevendo isso. Mas o que está feito, está feito.

5 de nov. de 2024

Cansaço

 

Ultimamente os dias vem e vão, e tudo parece meio igual. Mesmo cansaço, mesma tristeza, mesma desmotivação. Fico angustiada por ter que conviver com meu ex, chateada por não conseguir estudar direito, deprimida por me sentir andando em círculos. Quando as coisas vão melhorar? São quase 23h e meu único pensamento é o de que preciso dormir para acordar e seguir nessa mesma rotina que está me esmagando. Sinto falta dele. Detesto sentir. Não faz nenhum sentido. Deveria fazer? Tenho me perdido na minha própria mente, buscando respostas de perguntas que nem ao menos consigo formular direito. Preciso ir para a praia, tocar os pés na areia, escutar o barulho das ondas quebrando e enxergar a imensidão azul que sempre me conforta.

Não sei em que ponto eu me perdi já que estava tão animada com o panorama geral das coisas.

Preciso de um norte. Vagar sem rumo não tem dado muito certo. 

31 de jul. de 2024

Escrever sempre é a resposta

 

Os últimos dias foram estranhos. Mas confesso que foram menos estranhos porque escrevo. Fazia meses que eu não praticava uma boa sessão de journaling, honesta, consciente e com zero julgamentos sobre meus sentimentos e pensamentos. Essa semana eu precisei disso, e como sempre, um peso saiu dos meus ombros. Não sei porque eu resisto tanto sobre algo que me faz tão bem. Escrever é uma terapia. Sempre é a resposta pra tudo.

Confuso? Escreva. 
Teve uma ideia? Escreva.
Não sabe o que fazer da vida? Escreva.
Quer agradecer por algo? Escreva.

Sempre vai te fazer bem.

Processar algumas coisas se torna muito mais simples e eficaz quando se coloca no papel. 

22 de jul. de 2024

Quarterback e Receiver

Patrick Mahomes (15), em toda a sua glória!

Eu nunca fui muito fã de assistir esportes.
Joguei vôlei por um bom tempo na escola, e tive uma breve passagem pelo handball. O resto nunca me interessou muito, exceto os jogos de futebol da copa do mundo (que hoje em dia, dispenso). Como toda boa leitora de romances do Kindle Unlimited, li vaaaaaaáaaaarias histórias envolvendo quarterbacks e futebol americano. Honestamente, eu não dava muita bola para as explicações sobre o esporte e só queria saber do desenvolvimento do casal protagonista.

Acontece que vagando sem rumo pela Netflix enquanto procurava algo novo para assistir, encontrei a série documental chamada Receiver e decidi assistir alguns minutos pra ver se me interessava de alguma forma. E foi aí que começou um certo vício.

Logo depois parti para Quarterback e não sei o que vou fazer da vida quando eu terminar (e falta pouco).

Uma coisa que aprendi assistindo essas séries foi:
Tenha um objetivo e faça tudo o que for possível para alcançá-lo

Os treinos, as técnicas, a elaboração das jogadas, as lesões em campo. Fica evidente o trabalho e dedicação por trás de cada minuto de jogo (que leva horas de preparação). O objetivo é ganhar o Super Bowl e o caminho até lá é cheio de provações e desafios, vibrando a cada vitória e sentindo o peso de cada derrota, que pode tirá-los da chance de ser o melhor time do ano.

Depois de assistir Quarterback e Receiver fiquei bastante reflexiva sobre a minha vida.

O que eu estou fazendo para alcançar meu grande objetivo?

Qual é o meu grande objetivo?

Por que estou perdendo tanto tempo com coisas aleatórias que não vão me fazer melhorar em nada?

Sinistramente, essas duas séries sobre futebol americano me fizeram querer ser melhor. Então, vamos manter essa ideia em mente e trabalhar para fazer acontecer.

10 de jul. de 2024

Divagações (in)úteis

porém necessárias 
(apesar de que o título com essa frase de abertura ficou confuso '-')

Como já dizia Charlie Brown Jr: "Completamente louco, mas um louco consciente."

Deixando um pouco a filosofia de lado, vamos falar sobre as reflexões, pensamentos e ideias que surgiram nos últimos dias. Para um melhor aproveitamento e organização, separarei em três categorias: vida, projetos e blog.

1 de jul. de 2024

Metade do ano já foi!

 e isso não significa absolutamente nada *-*

Enfim, Julho.

Os seis meses anteriores à esse não tiveram grandes acontecimentos, conquistas significativas ou avanço considerável em qualquer área da minha vida. MAS, como já me disseram antes: "Você tem a tendência de se colocar para baixo com facilidade". Eu concordo. Ainda assim, os dados coletados durante essa primeira metade de 2024 embasam a minha hipótese de que não fiz muita coisa.

Analisando por uma perspectiva positiva: Eu não tinha grandes aspirações para 2024.

Destrinchando meu vision board fica evidente que eu queria:

• Ir para a praia
• Viajar sozinha
• Encontrar e abraçar meu amigo (o Batman)
• Fazer arte/Usar a criatividade/Escrever
• Me alimentar melhor
• Fazer algum dinheiro
• Ler e relaxar
• Viver o momento/Estar presente/Apreciar o que quer que eu estivesse fazendo
• Não perder a fé de que as coisas podem melhorar

Alguns itens são realizáveis e mensuráveis, outros nem tanto. Independentemente disso, quero olhar essa lista e sentir que de certa forma ela foi concluída.

Estamos em um momento meio crítico de produtividade tóxica, aonde cada segundo do dia precisa estar preenchido por alguma atividade significativa, ou foi um desperdício de tempo. Eu não acredito nisso. Acho que a vida é muito mais do que uma lista de tarefas (embora por vezes ela seja necessária). É importante ter a capacidade de compreender que há dias e dias e nem sempre estamos bem. E que aquele estilo de vida das cinco da manhã não vai fazer sentido pra todo mundo (e isso é só um exemplo). 

Tenho lido um livro sobre espiritualidade que vem me ajudando muito em alguns aspectos, como a autocrítica e autojulgamento (excessivos no meu caso), e a base estrutural do livro é a compreensão de que estamos em constante transformação e precisamos aceitar quem somos e amar quem somos como ponto de princípio para a melhoria.

Vendo por esse ângulo, eu fiz progressos.

Estou orgulhosa por não ter desistido. Por ter esperança. Por fazer o meu melhor.

Dias melhores e Conquistas melhores virão, contanto que continuemos buscando melhorar (redundante?).

Um excelente segundo semestre para todos.

Que o restante do seu ano seja incrível.

5 de mai. de 2024

Como silenciar uma mente caótica

 Post escrito em 04/05/24

Hoje é um daqueles dias em que as coisas não estão indo bem.

Mesmo quando eu sei exatamente o que quero e como quero, minha mente tem o hábito infeliz de me trair em relação aos meus planos e projetos. E tudo simplesmente parece não fazer sentido. Eu acredito que como seres humanos, somos incapazes de sustentar uma energia intensa de felicidade, otimismo e entusiasmo o tempo todo. Ás vezes só é mais fácil ceder ao instinto de se enfiar em um casulo (geralmente feito de edredom) e ficar assistindo filmes deprê até uma porcentagem mínima de motivação apareça dos confins do nosso subconsciente.

Ou, pode-se tentar fazer algo diferente.

Ao longo dos anos aprendi uma lição valiosa conforme esses dias de insatisfação e falta de vontade se tornavam cada vez mais frequentes: É importante saber se hackear.

Mesmo que digam o contrário, ninguém nos conhece melhor do que nós mesmos. Vivemos na nossa cabeça por anos e anos, vivenciando coisas e descobrindo o que funciona e o que não funciona de acordo com nossas emoções adversas.

E, bem, aqui está o que funciona comigo (geralmente).

2 de mar. de 2024

Planejando Março...

 ...porque fevereiro foi um desastre.

Na realidade, eu não faço ideia do que pensar sobre fevereiro.

Por um lado, eu poderia dizer que fevereiro foi um desastre e eu não fiz nada relevante. Por outro, eu sei que não tinha intenção nenhuma em relação à fevereiro, então qualquer coisa que eu tenha feito foi lucro. Ou seja, é um paradoxo.

A questão é que: Preciso que esse mês seja mais produtivo do que o anterior. Isso em um panorama de melhoria e consistência. Eu não defini grandes metas para 2024, porque sendo bem realista, não estou em posição de concluir muita coisa (principalmente se tratando de realizações financeiras), MAS, desde o primeiro momento em que pensei sobre todo esse rolê de ano novo e tal, eu sabia que poderia ser mais intencional e demandar um pouco mais de esforço para algumas áreas com lacunas ou apenas que eu vinha tratando com descaso mesmo (uma realidade cruel e dolorosa, mas real).

Resumo de Fevereiro:
○ Journal 6x
○ Não acompanhei água e skincare (mas sei que quase não fiz nem um e nem outro)
○ Publiquei 5 artigos
○ Fiz 11 dias de leitura 
○ Não resolvi nenhuma pendência da minha lista de Fevereiro (o que é triste e lamentável)
○ Não acompanhei o peso
○ Editei minha história (agora falta continuar escrevendo de onde parei) 
○ Aproveitei o carnaval (depois de anos sem fazer isso)

Para Março:
○ Treinar 3x na semana
○ Publicar um artigo por semana 
○ Ler 1 capítulo por dia
○ Resolver o máximo possível de pendências da lista de Fevereiro
○ Acompanhar o peso
○ Escrever 500 palavras por dia (pelo menos)
○ Tomar dois litros de água por dia
○ Fazer skincare todos os dias

*Todos os dias é artigo de orientação mesmo, sei que haverá um dia ou outro que provavelmente não acontecerá. E estou completamente ok com isso.

Eu gostaria muito de finalizar minha história em março, mas não sei se será algo atingível. 

Em relação ao blog: Eu quero trocar o layout. Estou sentindo falta de algo mais funcional e organizado. Preciso adicionar umas páginas importantes, então tenho que ter um menu principal, e etc. Tenho que trabalhar nisso.

Sobre a minha vida pessoal: Tenho um trabalho como maquiadora esse mês, e estou relativamente nervosa com isso, já que a última vez que maquiei profissionalmente foi em dezembro, mas paciência. Eu decidi que dependendo de como for essa experiência, vou abrir agenda para sábados e domingos, então, vamos pensar positivo.

Além disso, tenho um aniversário de quinze anos para ir. E vou usar meu divino e elegante vestido preto longo (que é um charme!).

Algumas coisas que escrevi para guiar o tom do mês:
Não me preocupar com o que não posso controlar
○ A paz é um processo
○ A ação é a chave para a liberdade
○ Criar mais/Consumir menos
○ Não desistir/tentar de novo/ter paciência
○ Cada um está avançando conforme sua própria linha do tempo
○ Nutrir o corpo, a mente e o espírito

"Ou encontrarei um caminho ou farei um."
Aníbal Barca

7 de fev. de 2024

Sobre o Medo

Eu tinha a intenção de postar sobre outras coisas (como o hábito da escrita ou sobre o meu registro de leitura), mas recentemente assisti um vídeo no Youtube que me fez pensar sobre o medo.

É muito comum eu refletir sobre as minhas inseguranças, e às vezes fico imaginando que algumas questões só acontecem comigo (como o medo de dirigir, por exemplo). 

Não é uma realidade, aparentemente.

Tirei minha carteira em outubro do ano passado, e foram dias tempestuosos, sem confiança nenhuma, e de quase desistência. Passei no teste, e baseado na minha performance, eu sei que passei bem. Peguei a parte mais inclinada do trajeto, e uma rua antes de encerrar o teste tinha um cruzamento muito movimentado. Três paradas numa rua íngreme, com um controle perfeito da embreagem. Foi demais. A expressão do examinador deixava evidente que estava orgulhoso.

Ainda assim, depois de chorar um pouco (porque eu não acreditava que fosse conseguir), ter meu documento em mãos e o consentimento do governo para dirigir... eu não faço... porque tenho medo. 

Isso é frustrante. E nesses momentos, me pego pensando qual é o meu problema. 

Por que minha cabeça me trai tanto?

Mesmo que seja embaraçoso admitir, eu tenho o medo quase o tempo todo. Principalmente um medo bizarro de fazer as coisas para as quais fui treinada para fazer (isso faz sentido?). 

Em meados de 2010 trabalhei na farmácia central de um hospital. Como os outros jovens da minha idade (17/18/19) comecei na base da pirâmide, apenas entregando pacotinhos de medicamentos nas unidades. Era uma atividade simples e mecânica, sem muitas decisões, riscos ou dificuldades. O máximo que acontecia era alguma das auxiliares de enfermagem pedirem algum tipo de ajuda, mas sempre coisas fáceis e que não demonstrassem risco para ninguém. Até que eu fui promovida. Não era mais eu entregando os medicamentos, era eu os separando. Até aí tudo bem. Até que eu fui designada para a farmácia do centro cirúrgico.

Lembro perfeitamente da primeira parada cardíaca de um paciente.

Médicos e auxiliares correndo de um lado para o outro pegando equipamentos e gritando por medicamentos, o desespero quase criando uma névoa no ambiente, e com razão, já que uma vida estava em risco. Deu tudo certo. Mas passei dias com aquela sensação pesando meu coração. Se eu não tivesse entregado tudo no tempo certo, se eu tivesse atrasado um pouco que fosse, eu poderia ter matado alguém indiretamente. Penso a mesma coisa sobre dirigir. Tenho medo de machucar alguém, mesmo sabendo que sou uma pessoa responsável. E que fui treinada para dirigir bem.

Esse vídeo que assisti é um experimento de uma mulher de trinta e dois anos (minha idade) desafiando dois dos seus maiores medos: dirigir sozinha e passar a noite em uma cabana isolada. 

Eu senti uma espécie de chamado. 

Passar uma noite (ou final de semana) em uma cabana longe da cidade é uma das coisas que mais quero fazer na vida. E tem sido um tópico recorrente nas minhas conversas com ele, que graciosamente me lembra dos vários filmes de terror que começam desse jeito. 

Ainda assim, eu quero muito fazer isso.

Eu tenho uma certa pira com a neve '-'

Não tenho certeza de quando isso vai acontecer, até porque tem toda uma questão logística e capitalista por trás disso, mas eu definitivamente quero ter essa experiência. Quero vivenciar a paz e tranquilidade que só um lugar como esse tem a oferecer. E dirigir até lá, porque né, dois problemas resolvidos com uma questão. 

A parte positiva é que mesmo que tenha uma parte de tráfego urbano, provavelmente uma boa parte do caminho seria em estradas remotas de terra (hey, plot de filme de terror), e eu nunca fiz isso antes, o que seria incrível. Pensar em enfrentar esse medo traz uma sensação contraditória de pavor e euforia, e imagino como deve ser viver de fato essa situação.

Um adendo que gostaria de fazer, dado a razão pela qual criei esse blog, é que praticamente todo (senão todo) livro sobre criatividade tem um tópico dedicado ao medo, porque é da natureza humana se proteger, é assim desde o início dos tempos. Ficar seguro e confortável é... seguro... e confortável. MAS, como já dizia O Caminho do Artista: "A verdadeira vida é vivida quando pequenas mudanças ocorrem."

E é isso aí.

Liste seus medos, e trabalhe para superá-los.

5 de fev. de 2024

Eu Fiz uma Página de Perfil...

...só porque estava com tédio!

Às vezes eu penso que a minha cabeça é uma tormenta, às vezes eu só acho que eu sou mal organizada mesmo. E eu preciso falar um pouco sobre isso.

Talvez você, cidadão anônimo, tenha conhecido esse blog através do falecido BROKEN (que está aberto nesse momento por motivos de eu ser vida loka), e se esse é o caso, talvez saiba que eu o abandonei porque eu não queria mais lidar com ele, devido ao meu vício em layouts e fazer postagens sem relevância nenhuma (não que esse lugar aqui tenha muita relevância, mas pelo menos ele tem um tema). Acontece que, eu tenho uma questão bem séria com entusiasmo.

Na real, se eu não sentir entusiasmo, as coisas ficam abandonadas no meio do caminho. 

Se eu sentir entusiasmo, eu vou fazer até o que não precisa ser feito. 

Tipo. Uma. Página. De. Perfil.

Pra quê? Eu nem acho que alguém vai olhar esse negócio, MAS, eu quis fazer, só para que ela existisse. Daí eu refleti um pouco, e achei legal guardar coisas lá, como desenhos, links maneiros, um index de projetos (porque nunca se sabe quando brota outra parada do nada), e qualquer outra coisa que surgir e minha mente resolver colocar lá.

Sobre a estética, não é nada demais, só o esquema sem widgets laterais que quase sempre optei por usar nos meus layouts, porque não tinha nada que exigisse espaço além do menu, das boas vindas e do disclaimer que coloquei no final da página. Se quiser dar uma olhada, o link está aqui.


31 de jan. de 2024

Falhei, mas falhei bem!

Isso é um post de #humor & uma análise do mês de Janeiro.

Antes de entrar nos mais ínfimos detalhes, preciso dar um pouco de contexto nisso aqui.

Então, voltaremos ao exato segundo dia do primeiro mês do ano de 2024, um momento em que Eu. Tinha. Sonhos. E eu lhe explico, cidadão anônimo. Fiz o que eu chamo de intenções (e não metas, porque se eu chamar algo de meta, provavelmente não vou concluí-la), que são pequenos objetivos para cumprir diária ou semanalmente.

Até aí, ok. Tudo dentro do possível e esperado, não fosse pelo fato de que até no básico eu falhei, mas falhei bem, porque cultivei uns hábitos que não estava conseguindo (e nem tentando) manter em 2023.

Eu e minha cara de pau achando que foi um sucesso!

Minhas intenções envolviam hábitos saudáveis primários para o ser humano (como tomar dois litros de água por dia e comer frutas), e para observá-los e tentar me manter mais disciplinada, fiz um lindo gráfico popularmente conhecido como Monitoramento de Hábitos (habit tracker).

As primeiras duas semanas foram a paz na terra.

Funcionou muito bem E eu me mantive focada em fazer tudo bem certinho e pah.

A partir da terceira semana, foi só ladeira abaixo.

Minha. Nossa. Eu não fiz quase nada do que deveria fazer. E pior, fiz mais do que eu não deveria fazer.

Ainda assim, é uma vitória, e me mantenho otimista, como sugere meu horóscopo japonês.

Minhas intenções eram: Treinar 3x na semana, ler 5 pg/dia, escrever 4 artigos no mês, tomar 2lt de água por dia, fazer arte sempre que possível, cuidar do meu rostinho de 32 anos passando uns cremes aí, não consumir álcool, comer menos pão/carne/farinha, consumir frutas e vegetais.

Algumas anotações direto do meu caderno:

- A leitura foi o hábito mais consistente
- Escrevi mais artigos do que pretendia (Yay!)
- Quase não consumi álcool
- Melhorar em Fevereiro: Água, treino, alimentação, skincare (que elegante), desenhar mais.

E foi assim que aconteceu!

Acho que mesmo os pequenos progressos tem seu valor e utilidade, e é importante saber o que se quer, para ir atrás daquilo. O resto é ajustável, e com o passar do tempo e da consistência vai se moldando em algo mais concreto e alcançável.

"Progresso é mais importante do que velocidade."
O Método Bullet Journal

8 de jan. de 2024

Um Guia para a Vida

Há algum tempo eu escrevi um manifesto de vida, porque eu quis.

Não me lembro de onde saiu essa vontade, mas decidi que faria sentido escrever um guia para a minha vida.

Basicamente, esses tópicos funcionam como uma estrela do norte, e eu recorro à eles quando me sinto perdida (o que tem uma certa frequência).

Acho que todo mundo deveria ter um manifesto desse, e gostaria demais que se tornasse um movimento, principalmente por ser uma oportunidade de tratar à si mesmo com gentileza e carinho (o que não acontece com frequência).

E o mundo precisa mais disso, desse olhar mais humano e compreensível e gentil.

Originalmente, eu fiz doze tópicos que ressoavam comigo naquele instante, mas como tudo o que se coloca intenção e atenção, a lista cresceu, o que me deixa bastante orgulhosa, falando de uma perspectiva de crescimento.

Eu realmente espero nunca me esquecer das coisas que escrevi aqui.

Meu Manifesto 🌟

Imagem do Google

01. Ame com todo o seu coração. Nem sempre as pessoas vão estar aqui, e algum dia você não estará aqui para amá-las.

02. Aprecie as pequenas coisas. A luz que entra pela janela, o sorriso das crianças, a sensação de conseguir realizar uma tarefa. Tudo isso importa, mesmo que pareça insignificante.

03. Crie mais. Faça bagunça, brinque, aproveite, suje as mãos de tinta, gaste marcadores, rasgue papel. Fazer arte é gratificante, e nem sempre precisa resultar em alguma coisa.

04. Não precisa ser perfeito. Aprenda a aceitar que nem tudo vai sair como idealizou, e isso faz parte de um processo natural e que deve ser respeitado.

05. Não seja tão dura consigo mesma. Você já fez várias coisas incríveis, saiba se dar crédito ao invés de só se cobrar.

06. Aprenda o máximo de coisas que puder, mas só o que fizer sentido para você. As pessoas são diferentes, com interesses diferentes. Você tem o poder de decidir e moldar sua vida do jeito que quiser.

07. Adquira novas paixões. E cultive-as como 🌱 que precisam de cuidado e atenção para se transformar em algo maior.

08. Viaje, mesmo que não saia de casa. Leia livros, veja documentários, pesquise sobre os lugares que te traz curiosidade.

09. Seja saudável, mas não pela estética. Não é a visibilidade do corpo que importa, mas sim ele ser uma máquina em seu melhor funcionamento para ajudar a alcançar seus objetivos. 

10. Cultive a paciência. Não se estresse à toa, pare e conte até dez antes de começar a gritar. Você consegue melhorar nisso, acredite.

11. Aceite que você está indo bem. Evite se julgar, se depreciar e fazer mal juízo de si mesma. Algumas coisas levam mais tempo e habilidade do que outras. Contanto que esteja em movimento, vai dar certo em algum momento.

12. Aproveite a jornada. Não é sobre o resultado, é sobre como você se sentiu durante o processo.

13. Viva o momento. Aproveite a vida no presente. Esqueça o passado. Não fique tão ansiosa com o futuro. A vida acontece agora.

14. Não se preocupe com que o que não pode controlar. Nem tudo está nas suas mãos, e tudo bem. Ás vezes a única coisa que podemos fazer é seguir o fluxo.

15. Você merece ser feliz, então seja. Essa frase é tão simples, mas dolorida ao mesmo tempo. A maioria das pessoas não acredita que merece ser feliz, e ter uma vida boa, e ter um relacionamento bom, e ter coisas boas. Sinto que passei tempo demais acreditando que esse era o meu caso.

16. O sucesso é relativo. Uma casa milionária para alguns, uma cabana em uma montanha para outros, ter várias coisas, não ter várias coisas. Depende de cada um, e também está tudo certo. Qualquer visão de sucesso é válida.

Lista sujeita a mudanças, de acordo com as vontades genuínas do meu ♥

15 de set. de 2023

Sobre a Arte


Arte. Artista. Criativo.
Criatividade. Liberdade. Autenticidade.
Caos. Empolgação. Êxtase. 

Tenho pensado muito em ARTE. 

Em como a liberdade de expressão é importante na minha vida, e como pretendo me manter criando coisas até o final dessa existência. 

Recentemente comecei a ler um livro chamado O Ato Criativo, e logo na primeira página uma frase me deixou intrigada: 

A criatividade não está ligada exclusivamente à arte. 

Em essência, a criatividade é a habilidade de criar. É o processo de fazer junções e desenvolver algo novo. 

Mas o que é a arte? 

Segundo o dicionário de Oxford, arte é: 

1. produção consciente de obras, formas ou objetos voltada para a concretização de um ideal de beleza e harmonia ou para a expressão da subjetividade humana. 

2. habilidade ou disposição dirigida para a execução de uma finalidade prática ou teórica, realizada de forma consciente, controlada e racional. 

Analisando essas definições, na minha percepção, arte é um processo que leva a uma finalidade. O que faz todo sentido, se considerarmos a forma como ela é empregada em alguns conceitos, como por exemplo: A arte do silêncio, A arte do pensamento, A arte de ser criativo, A arte de ser você mesmo, etc... 

Inclusive, tem um termo que chama bastante minha atenção, Artista da Vida. Conheci esse conceito pelo canal da Aileen, e basicamente se trata da jornada de construção da própria vida. 

Ou seja, a arte está em tudo. 

Todo processo que leva à uma finalidade, pode ser considerado arte. 

Todos somos artistas. 

Parafraseando O Ato Criativo mais uma vez: 

O que você faz não precisa ser testemunhado, gravado, impresso, vendido ou emoldurado para ser uma obra de arte. 

Se todos somos artistas, todos também não somos criativos? 

Absolutamente acredito que sim. 

Que de uma maneira ou outra, estamos criando algo, mesmo que de forma inconsciente. 

Criatividade, Liberdade & Autenticidade



A tríade do sucesso (Ha ha ha). 

A criatividade é a habilidade de criar. É o processo de fazer junções e desenvolver algo novo. Sem a liberdade, ela não existe. A mente precisa divagar, conectar coisas estranhas, navegar por águas misteriosas, testar, experimentar, discutir internamente, se inspirar, cavar dentro de você tesouros escondidos ... e bam! O que você criou se torna autêntico. A autenticidade vem de colocar você no que você faz. 

Eu cultivo muito esse pensamento, e gosto de refletir sobre essas coisas. 

Não precisa conquistar o mundo. 

A arte só deve ser útil à ela mesma. 

Essa frase me pegou de jeito desde a primeira vez que a vi, em um curso de escrita de romance. 

Caos. Empolgação. Êxtase... 



... e algumas doses de depressão. 

Esse é o looping da criação. 

Apenas aceite. 

O começo geralmente é caótico. As ideias colapsando de uma forma doida, frenética e incoerente. Então vem a empolgação, aquele sentimento de amar o que estamos criando. Aí a depressão bate forte, e detestamos. Daí caos, empolgação, depressão. E vai, vai, vai, até bam! Ficou fabuloso! Pelo menos até a manhã seguinte. Ha ha ha. 

A arte é isso. 

E sem ela, não teria graça.

7 de mar. de 2023

Nostalgia

Esse é o mood da minha vida '-'
Eu penso muito no passado.

Na realidade, a frequência e períodos aos quais eu me dedico a pensar no passado chegam a ser preocupantes. É romantizado, e sei que essa sensação de que foi tudo tão maravilhoso é ilusória. Teve momentos ruins, teve momentos difíceis, e teve muita coisa que quase acabou comigo.

Ainda assim, o passado é atraente.

Acho que a grande verdade é que a vida adulta é chata.

Nós temos muitas responsabilidades, e não existe mais quem possa ajudar a resolver os problemas. Sei que crescer tem todo esse lance de maturidade e é necessário tomar responsabilidade pelas próprias decisões, e caramba, tá certo. Mas não deixa de ser chato! 

Honestamente, não sei o que me chateia tanto quando paro para pensar nisso. Se são as decisões que eu tomei e as escolhas que eu fiz, ou todo o panorama de que a vida é isso. É uma corrida que só acaba com a morte. E de que valeu todo esse esforço e sacrifício? Existe um além? Geralmente acredito que sim, mas tenho desejado que não. Parece cansativo demais viver todo esse ciclo aqui e ainda ter que continuar. É exaustivo.

Minha mente está ferrada há bastante tempo, por isso faço várias coisas. Por isso gosto tanto de criar. Porque tenho que empregar minha energia em algo que não seja destrutivo.

Também sei que as atividades precisam de propósito para ter significado, e tudo bem se o propósito for transformar seu dia em algo melhor. Não precisa ter mais utilidade do que isso. A arte é sobre se expressar, independente da forma.

O problema é quando esquecemos isso.

Quando tudo precisa ter um retorno do mundo. 

Não precisa. É para você, e por você.

Sinto que eu tinha muito mais a dizer, que gostaria de pontuar algumas coisas que me traziam felicidade, mas acho que falei o suficiente para acalmar meu coração e a minha cabeça. É complicado quando duvidamos do que fazemos, mesmo amando o que estamos fazendo. 

Relembrar do porquê sempre é necessário.